domingo, 15 de dezembro de 2013

llaollao, llaollao

Eu sempre achei muito fácil admitir o facto de ser gulosa e a verdade é que sou mesmo. Não tanto como quando era criança, porque agora não sou capaz de comer um saco de batatas fritas por dia e chocolates e todas as coisas que me aparecia à frente (Não é fácil ter a família quase toda com mercearias e cafés), mas ainda não consigo resistir a um chocolate ou outro, gomas..e gelados!! Gelados, seja a que hora for, seja em que altura do ano for, sou uma fã desde sempre de gelados, e era incapaz de resistir a uma boa taça de gelado, até ao dia que tive mesmo que deixar de comer dessas coisas, infelizmente já não consigo resistir de novo, mas..a boa novidade e também uma das coisas boas de viver em Portugal Continental, é o facto de ter descoberto uma solução muito boa para o meu pecado e que por acaso tem um nome muito giro: llaollao.






O llaollao, é então um gelado de iogurte natural, elaborado com leite magro e com muitas poucas calorias, tem é que se ter cuidado com o que se escolhe para juntar ao gelado, eu admito que não resisto a por um bocadinho de chocolate, mas a fruta é uma das melhores opções para se juntar e o bom é que a variedade de fruta por onde podemos escolher não nos falta. Eu adoro os morangos, a manga também é muito boa e fica com um sabor mesmo fresco e bom! O tamanho dos copos varia desde o mais pequeno, ao médio e ao grande..eu normalmente como sempre um grande a dividir com alguém porque é suficiente e sai muito mais em conta. são deliciosos e ficamos completamente satisfeitos. Mais que isso, eles estão sempre a fazer muitas boas promoções e dão-nos um cartão que sempre que vamos lá carimbam e ao fim de dez llaollao's temos um de borla!! Eu como gulosa que sou, não podia resistir a este miminho e aconselho a todos os gulosos como eu :)

sábado, 14 de dezembro de 2013

God Ben.

Ultimamente tenho recorrido muito a lembranças, tenho recorrido a memórias que outrora fora motivos de alegria e tenho cada vez mais me assustado com a forma como a vida muda num espaço de pouquíssimo tempo. Tenho a certeza que trazemos sempre o melhor de nós connosco, nem que seja uma pequena memória que só pode ser comparada mesmo a uma pequena partícula de ar, mas é essa mesmo que faz de nós quem somos, e é talvez por isso que tenho que recorrer ao antes, ao que foi, para me poder encontrar de novo. Por vezes encontro-me, outras ainda estou ás voltas, sem saber bem onde estou, sem saber onde posso ir me buscar, cada minuto da minha vida tem se tornando então numa constante conquista do que fui, como também tem sido uma constante procura do que serei um dia, se realmente haverá a vontade de antes de ir á procura de algum sonho perdido. Tenho saudades disso, de viver intensamente o que queria para um futuro, de olhar para as palavras e saber que as conquistei, que sempre foi aquilo que quis. O meu tempo por vezes parece que já foi, hoje tornou-se, talvez, demasiado rotina, demasiado aquilo que vem, e por vezes, aquilo que vai. É disso que não tenho saudades, do que vai, prefiro do que vem e fica, fica do meu lado e faz comigo a minha história. Como seria bom por vezes, simplesmente me deixar levar, como antes, sem pensar, sem ter medo, sem ter que recorrer a um abraço reconfortante para me sentir segura e seguir em frente. Sempre soube que a minha força era somente minha, era como uma fonte que eu encontrava algures dentro de mim e quando mais precisava, pronto, lá estava ela, mesmo sem eu acreditar na sua fiabilidade, ela sempre arranjava maneira de aparecer, de dar conta que eu conseguia me segurar mais uma vez. Mas agora, talvez cansei, enferrujei o que dela vinha, não por me encontrar sem forças, mas sim, por agora, saber que sim, agora já sei que tenho que viver com ela, sem ter que "acreditar" que ela me vai salvar. No entanto, tudo são hipóteses, tudo são conquistas, tudo são medos e forças, todas essas coisas encontram-se, todas elas se completam e fazem de mim, esta menina, que por meio de tropeços se vai encontrado, se vai conquistado aos poucos..e vai aprendendo, que somente ela, é a dona da sua própria "fonte.