Já pensarem como é fácil nos esquecermos dos pequenos prazeres da vida? Eu realmente ás vezes esqueço-me do quanto é bom me fechar neste mundinho do blog e escrever, escrever...
Ando novamente na pressa da rotina, presa nas coisas que me dão prazer e que me tiram o prazer de fazer outras coisas, como é o exemplo de poder ir à vontade procurar ofertas de natal.
Esta é com certeza das alturas do ano que mais gosto. Dou graças ao fato de poder ter um sentimento tão grande pela minha família, que apesar de pequena e longe, me consegue proporcionar sempre o maior carinho, o melhor cantinho para estar. É verdade quando dizem que longe é que se aprende a dar valor às pequenas coisas, e o que mais aprendi nesta experiência que já dura três (curtos) anos, foi que realmente até o cheirinho da minha casa tem um valor imaginável. Isto, sem menos prezar todas as coisas boas que a nossa casa nos pode proporcionar quando a saudade chega a ser maior que a distância em si. Sabem? "É que um carinho ás vezes até cai bem", e isto é mesmo isso, uma falta enorme daquele abraço, daquele beijinho na testa, ou até do bolo quentinho da mãe e das conversas longas do pai.
Cresce-se tanto, unimo-nos tanto, cria-se tanta coisa boa, que olhas para trás e realmente sentes-te realizado por tanto que se viveu, por tanto que se conseguiu. Mais que isso e ainda maior que o sentimento de realização, é mesmo a felicidade que se tem quando todas aquelas coisas que não estão "ali" à demasiado tempo, te fazem "companhia"...nem que seja por "breves segundos"...
Beijinhos,
Patrícia